Boa tarde amigos e amigas.
Eu e minha família lamentamos muito o triste episódio que atingiu nossos irmãos do Sul.
Que o nosso Deus conforte cada mãe, pai, irmão, irmã, tio, tia, avô, avó e amigos de cada família.
Nosso abraço sincero.
Eu e minha família lamentamos muito o triste episódio que atingiu nossos irmãos do Sul.
Que o nosso Deus conforte cada mãe, pai, irmão, irmã, tio, tia, avô, avó e amigos de cada família.
Nosso abraço sincero.
Há
horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade,
de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer
sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é
implacável e a todos afeta indistintamente: as perdas do ser humano. Ao nascer,
perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de
então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos
surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos
acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a
perder e seguimos a ganhar. Perdemos primeiro a inocência da infância. A
confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta
sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará
cair... E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê?
Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos
janelas, irremediavelmente deixadas para trás. Estamos crescendo. Nascer,
crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer. Vamos perdendo aos poucos
alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem
alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o
direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de
causar melindres. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente
essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a
capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
Fonte:
Internet
